WÄLS SESSIONS ESTÁ DE VOLTA!

WÄLS SESSIONS ESTÁ DE VOLTA!

Foram duas temporadas em 2017. Durante 10 quintas-feiras, o parklet situado em frente ao Wäls Gastropub, na Rua Levindo Lopes, recebeu um recorte da música autoral produzida nas Minas Gerais. Do rock de bandas como Young Lights, Devise e Cálix até sons bem peculiares, como os produzidos por Erika Machado, até a boa e velha MPM (Música Popular Mineira), produzida por Pedro Morais e Transmissor. Tudo embalado pelo chopp Wäls (X-Wäls, Session Citra e Verano Pale Ale, para ser específico), sempre com preços especiais para o evento (R$5,90).

Chegou a hora de repetir a dose!

A partir das 18h do dia 17 de maio, o WÄLS SESSIONS está de volta, com mais cinco artistas que representam a nova e pulsante cena independente autoral da cidade, em formato acústico, sempre com shows gratuitos. O projeto é uma parceria do Wäls Gastropub com a Arreda Produções e o Esquema Novo.

Portanto, junte sua turma e venha aproveitar o fim de tarde/começo de noite ouvindo boa música e saboreando o melhor chopp da cidade.

 

PROGRAMAÇÃO

O WALS SESSIONS começa sempre às 18h. A programação é a seguinte:

 

17/05
DAPARTE

24/05
TEACH ME TIGER

07/06
MAURINHO BERRODAGUA

14/06
JULIE & GENT

21/06
GUI HARGREAVES

 

OS ARTISTAS

 

DAPARTE

 

 

A partir de influências musicais comuns, do Rock e MPB dos anos 70 e 90, cinco jovens da cena musical independente de Belo Horizonte começaram, em 2015, a banda Daparte. Com um pop-rock convidativo e espacial, suas canções apresentam letras pautadas em experiências emocionais que caminham entre o amor e reflexões filosóficas. No microfone e nas guitarras, Juliano Alvarenga e João Ferreira trazem, juntamente com Bernardo Cipriano e Túlio Lima (teclado e baixo, respectivamente) um naipe de vozes de qualidade que enquadra não só coros com as 4 vozes, mas também a voz principal de cada um dos músicos em diversas canções. A atmosfera imersiva tem seu toque final na bateria de Daniel Crase que, juntamente com os outros quatro músicos, é também compositor.

 

TEACH ME TIGER

 

 

Teach Me Tiger é um projeto de dois, encontro entre a brasileira Chris Martins com o belga Yannick Falisse, radicados em Belo Horizonte, MG. A dupla se uniu em torno da criação livre, misturando gêneros e referências de ambos, que resultou em TWO SIDES, lançado em outubro de 2016 pelo selo La Femme Qui Roule. O disco traz ao mundo uma dualidade que tem sintonia, química, força e é sexy. As músicas viajam entre o rock, o eletrônico, o trip hope o dream pop, numa mistura de peso e leveza, luz e sombra.

Ao vivo o Teach Me Tiger oferece uma poderosa viagem com diferentes moods e ideias, num começo suave que leva pouco a pouco a uma catarse. Na formação do show, Chris no vocal, synths e baixo pedal, Yannick na guitarra e backings, e nas baterias acústica e eletrônica o músico convidado Felipe Continentino.

Em janeiro/2017 a banda recebeu o Prêmio Beagá Cool pela “iniciativa mais cool de Belo Horizonte em 2016 na categoria Música”. O nome Teach Me Tiger é uma homenagem à April Stevens e à canção lançada em 1959, que causou furor na época pela sua sugestividade sexual, algo que propositadamente ou não de alguma forma tem a ver com o som do TMT.

O disco Two Sides está disponível para escuta e download no site da banda e também em todas as principais plataformas de streaming – Spotify, Deezer, You Tube, Bandcamp, Soundcloud, etc.

CONHEÇA: https://www.teachmetiger.biz

 

MAURINHO BERRODAGUA

 

 

Todo músico que já possui uma carreira, ou uma banda com uma trajetória de sucesso, costuma ter também um projeto paralelo. Não era o caso de Maurinho Berrodagua, ou Maurinho Nastácia. Mesmo depois de lançar dez CDs e rodar todo o país participando dos principais festivais de música com sua banda Tianastácia, como o Rock in Rio em 2001, ele ainda tinha muita música guardada na gaveta. Até que em 2009 ele foi convidado pelo então diretor de Programação da Rede Minas, Luciano Alckmin, para participar de um especial de Natal da emissora com projetos paralelos de músicos já famosos: “Maurinho, você tem um projeto paralelo?”, perguntou Alckmin. Ele não tinha, mas dessa pergunta nasceu a banda Maurinho e os Mauditos; (com “u” mesmo, pois é uma brincadeira com o nome dele).

Depois de quase seis anos, muitos shows e muito rock and roll ao lado de Fernando Murcego, bateria; Vinícius Cavalo Doido, baixo; e Lucas França, guitarra; será lançado o primeiro CD, com nome de uma das músicas: O riso do tempo. Com produção musical de Ronaldo Gino, o disco foi gravado com recursos do Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte. De acordo com Maurinho, as letras falam do dia-a- dia, do amor, da falta dele, da saudade, das drogas, da tristeza. Mas engana-se quem acha que o resultado final foi dramático. “Muito pelo contrário, é um disco alto astral, com muita energia”, pontua.

No WÄLS SESSIONS, Maurinho se apresentará como o Trovador Solitário, misturando o repertório doa Mauditos com canções do Tianastácia e algumas versões de artistas que o influenciaram.

 

CONHEÇA: www.maurinhoeosmauditos.com.br

 

JULIE & GENT

 

 

Julie & Gent é um dueto Indie/Folk Brasil de sonoridade propositalmente simples e entregue de forma leve. De Belo Horizonte/MG, o duo foi formado por Júlia Gutierrez e Gentil Nascimento. Gentil é multi-instrumentista e ex-baterista de bandas indie/punk como o Young Lights, Avalanche e Rallye. Julia (ou Julie) também sempre percorreu a cena indie/criativa de Belo Horizonte, tanto por formação (design) quanto pela também participação em bandas de BH, como guitarrista e vocalista. O encontro dos dois aconteceu em 2015 e a sinergia musical foi imediata.

Julie & Gent apresenta composições recheadas de influências do folk norte-americano alinhadas a melodias despretensiosas. Vozes masculinas e femininas se revezam em bases descomplicadas, aliadas a arranjos de gaitas, banjos epercussões informais.

O primeiro EP, intitulado “Partners in Crime’’, foi lançado ainda em 2016 e foi produzido por Gentil Nascimento e gravado, mixado e masterizado no estúdio Stone Age em Lagoa Santa/MG por Tiago Castro. O trabalho possui quatro músicas que apresentam de forma clara a proposta da dupla. A estreia do trabalho no blog POPLOAD em fevereiro de 2016 e foi bem elogiado pela crítica local. Um ano após o lançamento do “Partners in Crime” o músico Emmerson Nogueira entrou em contato com a banda convidando para uma conversa com ele e com Bruno Baptista (A&R Director da Sony Music Entertainment ). No escritório da Sony Music, no Rio de Janeiro, a banda foi incentivada pelos dois a dar continuidade no trabalho e compor um disco cheio. O próprio Emmerson Nogueira, colocou o seu renomado estúdio (Versão Acústica em São João do Nepomuceno – MG) à disposição para que as gravações acontecessem. Gravado no estúdio de Emmerson, por Nando Costa (Gravação, mixagem e masterização) e com produção de Gentil Nascimento, um ano depois, o Julie & Gent terminava seu primeiro disco chamado “The Convenience of Fate”, lançado em abril de 2018. O álbum de dez faixas, acusa certo amadurecimento da dupla trazendo diferentes arranjos e melodias, através da inclusão de novos instrumentos (como escaletas, pianos e guitarras), ainda assim sem a perda da simplicidade sonora, característica recorrente e essencial do Julie & Gent.

Em um mundo onde o analógico é “vintage”, ou a genialidade é uma regra, o duo Julie & Gent faz da simplicidade uma forma de chamar atenção. Hoje tudo é tão demais, tão colorido e tão rápido. Porque não dar alguns passos para trás?

CONHEÇA: https://www.julieandgent.com/

 

GUI HARGREAVES

 

 

Gui Hargreaves, 26, é músico, cantor, compositor e poeta mineiro. Vive em São Paulo onde trabalha o lançamento de Rebento (2018), seu terceiro disco. Seus trabalhos anteriores são Braseiro (EP voz e violão), de 2016, e Volta (EP gravado em Londres) em 2017. Também publicou diminuto, livro de estreia (poesia) em 2014.

Um disco, vários climas. Noite e dia, amor e mágoa, família e o estrangeiro. Contradições ou complementos? Rebento, de Gui Hargreaves, não se preocupa com respostas, mas é fato que suas 12 canções funcionam como um manual de suavidade nesses nossos tempos que, eventualmente, possam parecer amargos. O repertório combina o frescor de inspirações recentes do artista com canções que estavam esperando o momento ideal para ganhar esse registro. Rebento já está disponível em todas as plataformas digitais.

O primeiro single de Rebento, Pra Ela, é das canções que Gui não pode deixar de fora do setlist dos shows que faz onde quer que vá. Embora tenha sido composta há algum tempo, não integrou seus dois álbuns anteriores. “Por que não gravei antes? Eu queria esperar o melhor momento para soltá-la. Mais precisamente, eu julgava que no Braseiro era muito cedo para eu saber o que queria fazer com a canção. No Volta não parecia encaixar na minha ideia poética, conceitual. Mesmo assim, Pra Ela sempre esteve em todos os shows, pois sempre amei performa-la ao vivo, tanto em Belo Horizonte quanto em Roma ou Nova York. Por que agora? Porque eu já havia traçado algo, delineado um caminho, não a lançaria num plano em branco. Agora eu me senti livre para levá-la a um ponto mais distante da linguagem dos dois outros álbuns precursores”, revela. O público, que canta junto em cada apresentação, agradece.

Aos 26 anos, Gui Hargreaves possui dois discos e um livro na bagagem. Há uma impressão, olhando de fora, que o cantor, compositor, músico e poeta possui um senso de urgência entre um trabalho e outro. “Eu não acho que os lançamentos foram tão próximos assim. No calendário foram, mas dentro de mim foi um processo longo. Eu componho demais e preciso fazer as coisas acontecerem. O Volta demorou mais de um ano para chegar ao público, mesmo gravado. Com isso, fiquei louco para fazer outra coisa, para mostrar outras cores, outros sentimentos, outro projeto. No fundo, sei que essa urgência vem de um medo de morte, um medo de ‘não dar tempo’, mas isso me impulsiona a fazer sempre. Eu faço porque preciso”, descreve.

Rebento tem produção assinada por Leo Marques (guitarrista da banda Transmissor). Junto dividiram ideias, inquietações e arranjos. “O Leo entendeu muito bem como eu funcionava dentro do estúdio. Sem pressa e com tremenda urgência, o disco foi produzido, gravado e editado. Lembro-me dele dizer um dia ‘cara, não limite esse processo a nós dois. Pode ser muito rico e proveitoso convidar alguém de fora, alguém para um sopro’. Eu logo respondi: ‘Leo, a criatividade para se fazer mais potente precisa de limite. Para este projeto, em especial, o limite é esse, é nossa presença. É extremamente necessário não ter mais ninguém. Eu e você tocaremos tudo o que estiver aqui e que for de nosso desejo’”, lembra.

Além dos vocais, Gui assumiu piano, teclado, sintetizadores, violino, banjo, gravador, drum machine, bateria, percussões, violão e guitarra. Leo também ficou por conta de baixos e percussões, bateria, piano, teclados, computador, lap steel, e também mixou e masterizou. “O disco é naturalmente a consequência dessa ‘limitação’. O disco é o Rebento. É o que pudemos realizar entre nós dois, com muito afeto e liberdade: não devemos esquecer nunca que toda liberdade depende exatamente das condicionantes que a limitam”, conclui.

CONHEÇA: https://www.guihargreaves.com/

 

 

QUEM FAZ O WÄLS SESSIONS?

 

WALS GASTROPUB

Primeira casa com a assinatura da Cervejaria Wäls no Brasil, o Gastropub é o lugar perfeito para se beber as cervejas mais premiadas do país, acompanhado de pratos e petiscos fantásticos. A casa funciona todos os dias no almoço e à noite e tem a cerveja como seu principal atrativo. São quinze biqueiras, sendo onze tipos de chopes da Wäls e quatro convidados, além de uma carta de garrafas nacionais e importadas e drinks exclusivos feitos com cerveja. O menu é assinado pelo chef Vicente Ramos e tem como especialidade cortes nobres de carne e pratos clássicos da culinária brasileira. A casa tem também uma grande variedade de petiscos criados especialmente para acompanhar as obras de arte da Wäls. Durante a semana, o Gastropub oferece buffet de saladas e pratos executivos no almoço.

 

ARREDA PRODUÇÕES

Arreda Produções é a produtora de Erika Ziller, que atua no mercado de eventos desde 2002. A Arreda foi criada em 2015 e os projetos idealizados e produzidos pela produtora são voltados para bandas autorais como por exemplo o Festival Viva (2015), Festival Expoente: Tardes Musicais na Casa do Baile (2016 – com o qual ganhou o Prêmio do Beagá Cool de evento mais cool de BH na categoria “ocupação pública”), Modular (2016 – Lançamento do disco da banda Teach me Tiger no auditório do Museu de Arte da Pampulha), o projeto Fita K7 (2017 – Café com Letras), lançamento do disco “Petricor” da banda Devise (2017 – A Autêntica) e agenciamento da banda devise (desde jan/2018).

 

ESQUEMA NOVO

Esquema Novo é o projeto criado por Fernanda Ribeiro, Rodrigo James e Terence Machado para valorização e divulgação da cultura da cidade. Semanalmente o trio se reúne no estúdio para um bate-papo que envolve as novas e velhas iniciativas e um panorama de quem produz cultura na capital do Estado, com um olhar bem particular, de quem já milita no meio há mais de 20 anos. Além do programa, o site oficial do projeto ainda traz videos especiais com entrevistas; a agenda cultural da cidade (com uma curadoria de eventos feita pelo trio); e outros conteúdos de entretenimento, como críticas de filmes, shows e textos especiais. Acesse: www.esquemanovo.com.br

 

SERVIÇO

Wäls Gastropub, Arreda Produções e Esquema Novo apresentam:

WALS SESSIONS

Dias: 16 e 24 de maio; 07, 14 e 21 de junho

Horário: de 18h às 21h.

Local: Wäls Gastropub (Rua Levindo Lopes, 358, Savassi)

Entrada gratuita

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