ABERTURA DA TEMPORADA DA FILARMÔNICA DE MG E 5 ANOS DA SALA MINAS GERAIS

ABERTURA DA TEMPORADA DA FILARMÔNICA DE MG E 5 ANOS DA SALA MINAS GERAIS

A abertura da nova temporada da Filarmônica de Minas Gerais marca os 5 anos da Sala Minas Gerais, sede da Orquestra em Belo Horizonte e considerada uma das melhores salas de concerto da América Latina. Os concertos serão realizados nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2020, às 20h30, com a Sinfonia nº 2 em dó menor, “Ressurreição”, de Gustav Mahler, obra que inaugurou a Sala Minas Gerais em 2015. Com regência do maestro Fabio Mechetti, dividem o palco com a Orquestra a soprano Camila Titinger, a mezzo-soprano Luisa Francesconi, o Coro da Osesp, sob regência de William Coelho, e o Coral Lírico de Minas Gerais, sob regência de Hernán Sánchez.

Para o maestro Fabio Mechetti, “a Sala Minas Gerais foi a coroação de um projeto sinfônico ímpar. Em poucos lugares do mundo houve a oportunidade de se construir uma orquestra e uma sala de excelência. Belo Horizonte junta-se a poucas cidades internacionais que possuem dois patrimônios assim. Hoje, a cidade e o estado participam de um circuito cultural invejável, podendo atrair não só novos amantes da música erudita, mas também ser um polo de irradiação econômica que estimula, além da cultura, a educação, o turismo e a vida financeira local”. Na história da música sinfônica, toda grande orquestra tem sua sala de concertos. O diretor artístico explica que, “juntas, orquestra e sala criam suas próprias sonoridades e fazem com que a música ali produzida sirva como agente de transformação civilizatória da sociedade. Acredito que tanto a Filarmônica quanto a Sala Minas Gerais vêm cumprindo essa missão com louvor”, conclui o maestro.

Antes das apresentações, entre 19h30 e 20h, o público poderá assistir aos Concertos Comentados. O palestrante da noite será o percussionista da Filarmônica, Werner Silveira, também curador do projeto. As palestras são gravadas em áudio e ficam disponíveis no site da Orquestra.

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cidadania, Governo de Minas Gerais e Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

TEMPORADA 2020

Além da comemoração dos 5 anos da Sala Minas Gerais, a celebração dos 250 anos de nascimento de Beethoven é destaque da Temporada 2020. Serão apresentados o ciclo dos cinco concertos para piano do compositor, com a participação de Arnaldo Cohen, e todas as suas sinfonias (total de nove composições) e aberturas.

Ao longo da temporada, a Orquestra contará com a presença de jovens expoentes da música de concerto, como Ronaldo Rolim, Leonardo Hilsdorf, Danielle Akta e Daniela Liebman, sendo estas últimas de apenas 17 anos; de renomados regentes, como Leif Segerstam, Conrad van Alphen, Thomas Sanderling e JoAnn Falletta; solistas internacionais como o trompista Eric Terwilliger e a vencedora do último concurso Rainha Elizabeth da Bélgica, violinista Stella Chen, e brasileiros consagrados internacionalmente como Cristian Budu e Antonio Meneses.

A Filarmônica celebra ainda os nascimentos dos compositores Fauré (175 anos), Lehár (150 anos), Castelnuovo-Tedesco e Hindemith (125 anos), e também os 100 anos de morte de Bruch e Nepomuceno, os 75 anos de morte de Bartók, Braga, Mascagni e Webern.

A temporada conta também com a Série Filarmônica em Câmara, quando músicos da Orquestra apresentam no palco da Sala Minas Gerais obras do repertório camerístico, buscando criar um contato mais próximo com grupos de instrumentos, aprofundar a percepção sobre a diversidade de timbres, assim como promover diálogo estreito entre público e músicos.

Gravações

Em 2020, a Filarmônica de Minas Gerais grava a Segunda Sinfonia de Mahler, dando sequência às gravações do Ciclo Mahler, iniciadas em 2017. Até o momento já foram gravadas a Primeira, a Terceira, a Quinta e a Sexta sinfonias. A Orquestra também continuará sua parceria com o Itamaraty e o selo internacional Naxos no projeto Brasil em Concerto, que prevê o lançamento, em 5 anos, de 30 CDs com 100 obras de compositores brasileiros. Em 2020, a Filarmônica gravará três obras de Lorenzo Fernandes: a Sinfonia nº 1Reisado do Pastoreio e a Sinfonia nº 2, “O caçador de esmeraldas”. No ano anterior, 2019, já havia sido lançado CD com obras de Alberto Nepomuceno gravado pela Filarmônica em sua primeira participação no projeto. O álgum foi fortemente elogiado pela crítica brasileira e internacional.

Ações educacionais

A Filarmônica realiza ao longo do ano diversas ações educacionais gratuitas na Sala Minas Gerais, entre elas os Concertos para a Juventude, com 6 apresentações em manhãs de domingo; os Concertos Didáticos, dedicados a crianças e adolescentes do ensino fundamental e médio e a instituições sociais, com 5 apresentações no mês de setembro; o Festival Tinta Fresca, dedicado ao fomento da criação musical sinfônica entre jovens compositores brasileiros; e o Laboratório de Regência, que reúne, a cada ano, 15 jovens regentes vindos de todo o país, em busca do aprimoramento de seus talentos, sob orientação do maestro Fabio Mechetti.

Concertos gratuitos ao ar livre

Serão realizados ao longo da temporada concertos ao livre em praças públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte e também no interior do estado de Minas Gerais. Os locais e datas das apresentações serão divulgadas em breve no site e redes sociais da Filarmônica

 

CONCERTO DE ABERTURA – TEMPORADA 2020

13/2 e 14/2, 20h30, Sala Minas Gerais

 

Repertório

Gustav  Mahler (Kaliste, Boêmia, atual República Tcheca, 1860 – Áustria, 1911) e  a  obra Sinfonia nº 2 em dó menor, “Ressurreição” (1888/1894, revisão 1903)

 

Compositor austríaco, de origem boêmia e ascendência judaica, Mahler nasceu em Kaliste e faleceu em Viena. “… três vezes apátrida. Como natural da Boêmia, na Áustria; como austríaco, na Alemanha; como judeu, no mundo inteiro. Por toda parte um intruso, em nenhum lugar desejado”, declarou. Sua vida foi dedicada, em boa parte, a uma prestigiosa carreira de regente, que o levou a ocupar importantes cargos em capitais europeias, em especial Viena. Como compositor, criou uma obra de marca autobiográfica com uma invenção orquestral que não conhece limites. Mahler explora, com verdadeira atitude investigativa, novas sonoridades, extraindo de cada instrumento ou naipe uma força expressiva que o distingue como o compositor que fez o elo entre a tradição romântica e novas linguagens do século XX. Compôs nove sinfonias e amplos esboços para uma décima. Homem de grande cultura filosófica e literária, ele mesmo autor dos poemas de algumas de suas canções, Mahler usa a voz em suas sinfonias, a partir da Segunda. Nela, o texto do quarto movimento, Urlicht (Luz Primordial), foi extraído de uma coletânea de poemas populares – Des Knaben Wunderhorn (A trompa maravilhosa do menino). O final foi composto a partir de um hino de Klopstock, Auferstehn (Ressurreição). Do universo mahleriano, a Segunda Sinfonia tem ainda a presença da marcha e do contraste entre os tons trágico e sereno. Em sua finalização, texto e música permitem ao ouvinte experienciar, para além das tristezas e alegrias cotidianas, um caminho de fé e de esperança, de Vida, Morte e Ressurreição.

 

Maestro Fabio Mechetti

Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008, Fabio Mechetti posicionou a orquestra mineira no cenário mundial da música erudita. Além dos prêmios conquistados, levou a Filarmônica a quinze capitais brasileiras, a uma turnê pela Argentina e Uruguai e realizou a gravação de oito álbuns, sendo três para o selo internacional Naxos. Ao ser convidado, em 2014, para o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, Fabio Mechetti tornou-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática.

Nos Estados Unidos, Mechetti esteve quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville e, atualmente, é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual hoje é seu Regente Emérito. Regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio. Da Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Continua dirigindo inúmeras orquestras norte-americanas e é convidado frequente dos festivais de verão norte-americanos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello.

Suas apresentações se estendem ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca, Escócia, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Suécia e Venezuela. No Brasil, regeu todas as importantes orquestras brasileiras.

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Regência e em Composição pela Juilliard School de Nova York e vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, da Dinamarca.

Camila Titinger, soprano

A soprano ítalo-brasileira Camila Titinger, nos últimos anos, tem tido grande destaque na Europa e tem atuado também nas mais importantes salas de concerto e teatros de ópera do Brasil. Em 2015, Camila foi uma das vencedoras do Concurso Internacional de Canto Neue Stimmen, na Alemanha, e em 2016 cantou no concerto de abertura do Festival Bregenz, na Áustria, com a Orquestra Sinfônica de Viena sob regência de Paolo Carignani. Camila fez sua estreia na França em dezembro de 2016 interpretando a Condessa de Almaviva em produção de As bodas de Fígaro de Mozart na Ópera de Toulon. Foi uma das vencedoras no Concurso Paris Opera no Théatre des Champs-Élysées, em Paris, e foi ainda premiada no Concurso Giusy Devinu em Cagliari, na Itália. Em abril de 2017, cantou as Bachianas Brasileiras nº 5 de Villa-Lobos no Teatro Real de Madrid. Em junho de 2018, se tornou uma das vencedoras do Concurso Internacional Belvedere, na Letônia, onde foi premiada com um contrato para apresentações no Aalto-Theater und Philharmonie de Essen, na Alemanha. Em 2019, a soprano fez sua estreia em Londres, no Garsington Opera Festival, interpretando Donna Anna na ópera Don Giovanni de Mozart.

 

Luisa Francesconi, mezzo-soprano

Luisa Francesconi tem excepcional capacidade para a execução de coloratura, destacando-se no repertório rossiniano e mozartiano ao interpretar papéis em óperas como O barbeiro de SevilhaL’Italiana in AlgeriCosì fan tutte e Don Giovanni. Ela canta com frequência nos principais teatros brasileiros e italianos e tem se apresentado regularmente também em Portugal. Seu repertório de concerto é vasto, com atuações marcantes em obras como a Rapsódia para contralto e a Missa em si menor de Bach; o Requiem e a Missa da Coroação de Mozart; o Messias de Haendel; a Missa em Dó maior e a Fantasia Coral de Beethoven; as sinfonias números 2, 3 e 8 de Mahler; a Pequena Missa Solene de Rossini e a Floresta do Amazonas de Villa-Lobos. Luisa gravou como solista a Nona de Beethoven e o Requiem Hebraico de Erich Zeisl, lançados em CD pelo selo Biscoito Fino.

Coro da Osesp

Criado em 1994 e reconhecido hoje como referência em música vocal no Brasil, o grupo aborda diferentes períodos e estilos, com ênfase nos séculos XX e XXI e na obra de compositores brasileiros. Em 2009, o Coro da Osesp lançou seu primeiro disco, Canções do Brasil (Selo Biscoito Fino), que inclui obras de Camargo Guarnieri, Marlos Nobre e Villa-Lobos, entre outros compositores brasileiros. Em 2013, lançou gravação de obras de Aylton Escobar (Selo Osesp Digital). Em 2015, gravou obras de Bernstein junto à Orquestra Sinfônica de Baltimore, regida por Marin Alsop, para CD do selo Naxos e, em 2017, lançou disco comemorativo dos 250 anos de nascimento de José Maurício Nunes Garcia (Selo Osesp Digital). Ainda em 2017, a regente italiana Valentina Peleggi foi convidada a assumir a direção do Coro. Na Temporada 2020, ela continua como Regente, tendo William Coelho como Maestro Preparador.

William Coelho, regente

Maestro Preparador do Coro da Osesp, William Coelho é Doutor em Musicologia e Bacharel em Regência pela Universidade de São Paulo (USP). É professor de Canto Coral e Coro de Câmara da Unesp, de Regência Coral na pós-graduação da Faculdade Paulista de Artes e professor convidado da Academia de Regência da Osesp. Foi diretor do Conservatório de Alfenas, regente do Coro da Universidade Federal de Alfenas, do Coral da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), regente assistente do Coral e da Orquestra de Câmara da ECA-USP e professor de Regência Coral, Harmonia, Percepção Musical e Contraponto da UFJF. É autor do Guia Didático para Cordas do Projeto Guri, regente titular do Madrigal Anhum, regente titular do Conjunto de Música Antiga da USP, regente convidado da Orquestra Sinfônica da USP e da Orquestra Sinfônica de Piracicaba. Foi finalista do Prêmio Jovem Talento 2019 da revista Concerto.

Coral Lírico de Minas Gerais

O Coral Lírico de Minas Gerais é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Sua atual Regente Titular é Lara Tanaka. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Lírico Sacro, Sarau ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além de concertos em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras, com entrada gratuita ou preços populares. Participa também das temporadas de óperas realizadas pela FCS. Já estiveram à frente do Coral os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Sílvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes e Lincoln Andrade. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais tornou-se Patrimônio do Estado em 2018 e comemorou quarenta anos em 2019.

Hernán Sánchez

Natural de Buenos Aires, Hernán Sánchez iniciou seus estudos de violão, canto e regência coral no Conservatório Alberto Ginastera, em Morón. Aperfeiçoou-se em direção coral com Antonio Russo, Roberto Saccente, Nestor Zadoff e Werner Pfaff. Estudou canto no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón e música antiga no Conservatório Superior de Música Manuel de Falla. Foi coordenador de coros para a gestão operacional Música para a Igualdade, do Ministerio de Educación del Gobierno de la Ciudad. Integrou os corais estáveis do Teatro Argentino de La Plata e do Teatro Colón, onde foi solista em diversas óperas. Para a Juventus Lyrica, dirigiu Lucia di LammermoorO barbeiro de SevilhaDie FledermausNorma e Carmen. Também preparou o coro da instituição para La TraviataManon LescautA flauta mágicaLa Bohème e Cavalleria Rusticana. É diretor do Coro Estável do Teatro Argentino de La Plata. Durante 2019, Sánchez foi convidado a dirigir o Coral Lírico de Minas Gerais para a comemoração de seus quarenta anos no Palácio das Artes.

 

 

Os números da Filarmônica de Minas Gerais (2008 a 2019)

1.270.000 espectadores

906 concertos realizados

1.148 obras interpretadas

107 concertos em turnês estaduais

39 concertos em turnês nacionais

5 concertos em turnê internacional

90 músicos

606 notas de programa publicadas no site

224 webfilmes publicados (20 com audiodescrição)

1 coleção com 3 livros e 1 DVD sobre o universo orquestral

4 exposições itinerantes e multimeios sobre música clássica

4 CDs pelo selo internacional Naxos (Villa-Lobos e Nepomuceno)

1 CD pelo selo nacional Sesc (Guarnieri e Nepomuceno)

Os 5 anos da Filarmônica na Sala Minas Gerais (2015 a 2019)

373 concertos realizados

Público total de 466.081 pessoas

86.385 pessoas em concertos gratuitos

27.809 alunos da rede pública de ensino presentes nos Concertos Didáticos

190 convidados nacionais e internacionais

SERVIÇO:

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Série Presto

13 de fevereiro – 20h30

Sala Minas Gerais

Série Veloce

14 de fevereiro – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Fabio Mechetti, regente

Camila Titinger, soprano

Luisa Francesconi, mezzo-soprano

Coro da Osesp – William Coelho, regente

Coral Lírico de Minas Gerais – Hernán Sánchez, regente

 

MAHLER          Sinfonia nº 2 em dó menor, “Ressurreição”

Ingressos:

R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 55 (Balcão Palco), R$ 75 (Balcão Lateral), R$ 100 (Plateia Central), R$ 130 (Balcão Principal) e R$ 150 (Camarote Par).

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Ingressos comprados na bilheteria não têm taxa de conveniência.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 20h.

Aos sábados, das 12h às 18h.

Em quintas e sextas de concerto, das 12h às 22h

Em sábados de concerto, das 12h às 21h.

Em domingos de concerto, das 9h às 13h.

Cartões e vale aceitos:

Cartões das bandeiras American Express, Elo, Hipercard, Mastercard e Visa.

Vale-cultura das bandeiras Ticket e Sodexo.

Data

14/02/20

Tempo

20:30

Custo

R$ 50 a R$ 150

Mais Informações

Ingressos

Localização

Sala Minas Gerais
Rua Tenenete Brito Melo, 1090
Categoria
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