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FILARMÔNICA RECEBE O VIOLONCELISTA ASIER POLO

Nos dias 14 e 15 de março, às 20h30, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais celebra o centenário do brasileiro Claudio Santoro com a obra Brasiliana e os 150 anos de Albert Roussel, com a estória de Baco e Ariadne, op. 43: Suíte nº 2. O violoncelista basco Asier Polo volta à Orquestra para interpretar o Concerto para violoncelo em si menor, op. 104, de Dvorák.

CONCERTOS PARA A JUVENTUDE

O primeiro concerto da série, no dia 24 de fevereiro, domingo, às 11h, na Sala Minas Gerais, será conduzido pelo maestro convidado Flávio Lago, um dos jovens regentes que participou de uma das dez edições do Laboratório de Regência promovido anualmente pela Orquestra.

FILARMÔNICA DE MG ABRE TEMPORADA DE 2019

“Uma nova temporada se inicia com a mesma energia representada pelo poema sinfônico de Liszt”, destaca o maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente principal da Filarmônica de Minas Gerais. Os Prelúdios, Poema Sinfônico nº 3, de Listz, será a obra que abrirá a Temporada 2019 da Orquestra nos dias 14 e 15 de fevereiro, às 20h30, na Sala Minas Gerais, seguida da Sinfonia nº 1 em Ré maior, “Titã”, de Mahler, com regência de Mechetti.

2a FESTA CHILENA DE BH

A 2º Festa Chilena de Belo Horizonte acontece das 10h às 20h do dia 15/09 na Rua Tenente Brito Melo, no Barro Preto e vai receber barraquinhas de comidas e bebidas e shows com bandas e grupos de danças típicas.

FILARMÔNICA DE MG RECEBE O MAESTRO ISAAC KARABTCHEVSKY

Nos dias 23 e 24 de agosto, às 20h30, na Sala Minas Gerais, o maestro convidado Isaac Karabtchevsky conduz a Filarmônica de Minas Gerais. Em um programa de grande beleza e diversidade, a Orquestra interpreta o segundo movimento (Lento) da Sinfonia nº 6, “Sobre a linha das montanhas”, de Villa-Lobos, o Capricho italiano de Tchaikovsky e a Segunda Sinfonia de Brahms, uma das mais marcantes do Romantismo alemão.

FILARMONICA, DE MINAS GERAIS À ÁUSTRIA

Quase 200 anos de histórias, conhecidas porque se abriram para o mundo, inspiram os concertos que a Filarmônica preparou para os dias 12 e 13 de julho, às 20h30, na Sala Minas Gerais. A primeira história vem de Haydn, chamado o “pai da sinfonia”. Confinado aos palácios de seus patrões por quarenta anos, Haydn viveu em grande isolamento artístico até que, em 1791, começou a viajar. Bruckner, por sua vez, era visto como um grande artista, porém de trejeitos simplórios e humildes. Após 1881, quando sua Quarta Sinfonia foi apresentada em Viena, teve início um processo de reconhecimento que atualmente o qualifica como representante singular da forma sinfônica no século XIX.

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